(PARA GUSTAVO E LUANA)
De olhos espertos
Sorriso maroto
Garoto ou Garota
Mãozinhas inocentes
Prontas a construir.
Cabeça cansada
No final do dia
De tanto brincar
De tanto estudar
De tanto aprender
De tanto sonhar.
Que tráz esperança
Que tráz a mudança
Para um mundo melhor.
Que Jesus ilumine
para crescer saudável
Que no seu caminho
Sejam sempre livres
Sejam sempre lume.
segunda-feira, 28 de junho de 2010
ESPERANÇA
(Para AVPC-São Simão/GO)
À você que está doente
lembre que sou sua semente
também caminhei na dor
na angústia e na tristeza.
Mas meu Pai me consolou
no amparo me curou
fechou todas as feridas
onde a natureza chorou.
No bálsamo do Seu amor
minhas chagas Ele fechou
e o meu sangue derramado
tráz alívio a sua dor.
Sejais forte e corajoso!
secarei as tuas lágrimas
aliviarei teu cansaço
te abraçarei com meus braços.
Não temais por teu calvário
te enviarei cirineus
tua cruz será suave
pois é feita do Amor meu.
Se a estrada parece longa
descanse do teu cansaço
feche os olhos pense em mim
te levarei nos meus braços.
À você que está doente
lembre que sou sua semente
também caminhei na dor
na angústia e na tristeza.
Mas meu Pai me consolou
no amparo me curou
fechou todas as feridas
onde a natureza chorou.
No bálsamo do Seu amor
minhas chagas Ele fechou
e o meu sangue derramado
tráz alívio a sua dor.
Sejais forte e corajoso!
secarei as tuas lágrimas
aliviarei teu cansaço
te abraçarei com meus braços.
Não temais por teu calvário
te enviarei cirineus
tua cruz será suave
pois é feita do Amor meu.
Se a estrada parece longa
descanse do teu cansaço
feche os olhos pense em mim
te levarei nos meus braços.
PLANETA AZUL
Que eu amo
Que me engana
Que me ilude
E me seduz.
De maravilhas
De tantas histórias
Sem memórias
De saber.
Que constrói
Que destrói
Que progride
Que evoluí.
Estás num alfa
De mistérios
De tantas guerras
Lutas por paz.
Que me engana
Que me ilude
E me seduz.
De maravilhas
De tantas histórias
Sem memórias
De saber.
Que constrói
Que destrói
Que progride
Que evoluí.
Estás num alfa
De mistérios
De tantas guerras
Lutas por paz.
SEDUTOR
Seduzida pelo teu encanto
doce saber que me alucina
rendo-me ao teu momento
puro engano, ilusão minha.
Deixo de ser eu para ser você
sonho um nós que não existe
disto brota minha tristeza
nisto está minha desventura.
Espero ansiosa, nunca chegas
já não vejo mais o amanhecer
sempre é noite escura
que impede meu viver.
Na saudade agarro esperanças
de uma alvorada incerta
já é noite, já amanhece
algemada já não vejo.
doce saber que me alucina
rendo-me ao teu momento
puro engano, ilusão minha.
Deixo de ser eu para ser você
sonho um nós que não existe
disto brota minha tristeza
nisto está minha desventura.
Espero ansiosa, nunca chegas
já não vejo mais o amanhecer
sempre é noite escura
que impede meu viver.
Na saudade agarro esperanças
de uma alvorada incerta
já é noite, já amanhece
algemada já não vejo.
REFLEXO NO ESPELHO
Saudade de mim!
do meu olhar brilhante
da minha gargalhada
da minha boca carnuda
dos meus cabelos negros
da minha pele bronzeada
das minhas mãos estendidas
dos dedos travessos.
Dos sonhos perdidos
dos pensamentos esquecidos
do relógio do tempo
da paixão que queimava
depois acalmava
da brisa suave
do sussurro do vento
da dor que não dóia
da doce aventura
da paz que serena.
Saudade de mim...
do meu olhar brilhante
da minha gargalhada
da minha boca carnuda
dos meus cabelos negros
da minha pele bronzeada
das minhas mãos estendidas
dos dedos travessos.
Dos sonhos perdidos
dos pensamentos esquecidos
do relógio do tempo
da paixão que queimava
depois acalmava
da brisa suave
do sussurro do vento
da dor que não dóia
da doce aventura
da paz que serena.
Saudade de mim...
domingo, 27 de junho de 2010
A FESTA
Naquele imenso salão
Estava tudo arrumadinho
Vasos com flores na mesa
Muitos laços cor-de-rosa
Alguns azul-turquesa
Uma música infinita
Um banho de luar
Lá fora o mar a vagar...
O céu um tapete de estrelas
Uma brisa a soprar.
Mas o destino cruento
Impediu meu festejar
Esperança descabida
gritei seu nome...te encontrar...
Não vi sua sombra na luz
Não havia multidão
A festa era só minha.
Não há com que mais sonhar
De pé, em solidão
Não sei onde fui parar
Que destino me é guardado
Não tenho para onde caminhar...
Busco no infinito
As duras penas não lembrar
Apenas num manso regato
Um lugar pra descansar!
Estava tudo arrumadinho
Vasos com flores na mesa
Muitos laços cor-de-rosa
Alguns azul-turquesa
Uma música infinita
Um banho de luar
Lá fora o mar a vagar...
O céu um tapete de estrelas
Uma brisa a soprar.
Mas o destino cruento
Impediu meu festejar
Esperança descabida
gritei seu nome...te encontrar...
Não vi sua sombra na luz
Não havia multidão
A festa era só minha.
Não há com que mais sonhar
De pé, em solidão
Não sei onde fui parar
Que destino me é guardado
Não tenho para onde caminhar...
Busco no infinito
As duras penas não lembrar
Apenas num manso regato
Um lugar pra descansar!
PROCURA
Tantas pedras no caminho
Tantos desertos cruzados
nenhuma espada no punho
Só um Deus imaginado.
Há tantos pergrinos na estrada
Mesmas perguntas na mente
Cada noite um mistério
Cada sol um presente.
Sangue vertido na causa
Em vão o pranto que cai
Nunca se tem a resposta
Para a vida que se vai.
Há tantas portas fechadas
Há gente desencontrada
vazio a ser preenchido
Numa urg~encia do nada.
Há tristeza até na alma
De gente desesperançada!
Tantos desertos cruzados
nenhuma espada no punho
Só um Deus imaginado.
Há tantos pergrinos na estrada
Mesmas perguntas na mente
Cada noite um mistério
Cada sol um presente.
Sangue vertido na causa
Em vão o pranto que cai
Nunca se tem a resposta
Para a vida que se vai.
Há tantas portas fechadas
Há gente desencontrada
vazio a ser preenchido
Numa urg~encia do nada.
Há tristeza até na alma
De gente desesperançada!
NATUREZA
Natureza chora
pelas florestas cortadas
Violadas
Queimadas.
Chora através das enchentes
pelas águas represadas
Por suas cachoeiras
Por seus cerrados
pelas terras degradadas
Invadindo os sertões.
Chora
E grita
Através dos ventos fortes
pela extinção das espécies
pelas montanhas violadas
por seus rios poluídos
Pelo ar contaminado.
Talvez o ser mais amado
Um dia chorará também...
pelas florestas cortadas
Violadas
Queimadas.
Chora através das enchentes
pelas águas represadas
Por suas cachoeiras
Por seus cerrados
pelas terras degradadas
Invadindo os sertões.
Chora
E grita
Através dos ventos fortes
pela extinção das espécies
pelas montanhas violadas
por seus rios poluídos
Pelo ar contaminado.
Talvez o ser mais amado
Um dia chorará também...
DO QUE VIVO?
...vivo das migalhas do teu pão
do teu sorriso forçado
do teu olhar atravessado
Sem piedade.
De tuas palavras bruscas
a me censurar.
Do teu não pensamento em mim
do teu desconhecimento dos meus sonhos
do teu descaso com meus projetos
do teu futuro sem mim...
Por que vivo te amando tanto?
sequer sabes que existo
que resisto
mas que não vivo
morro a cada dia...
do teu sorriso forçado
do teu olhar atravessado
Sem piedade.
De tuas palavras bruscas
a me censurar.
Do teu não pensamento em mim
do teu desconhecimento dos meus sonhos
do teu descaso com meus projetos
do teu futuro sem mim...
Por que vivo te amando tanto?
sequer sabes que existo
que resisto
mas que não vivo
morro a cada dia...
NÃO VOU LIGAR
Se não cruzar minha porta
Pra trazer aquele beijo
Que me mata de desejo
Que me aquece a alma.
Se não me trouxer aquela rosa
Que apresenta teu carinho
Num silêncio, sozinho
Entrega-me teu coração.
Se não me olhar com ternura
Acreditando num futuro
Onde só cabe nós dois
Não importa o depois.
Se não te lembras meu nome
Que tu mesmo batizastes
Que só voc~e sabia
Com amor pronunciava
E que deixou-me sozinha.
Não vou ligar...
te amo por nós dois.
Pra trazer aquele beijo
Que me mata de desejo
Que me aquece a alma.
Se não me trouxer aquela rosa
Que apresenta teu carinho
Num silêncio, sozinho
Entrega-me teu coração.
Se não me olhar com ternura
Acreditando num futuro
Onde só cabe nós dois
Não importa o depois.
Se não te lembras meu nome
Que tu mesmo batizastes
Que só voc~e sabia
Com amor pronunciava
E que deixou-me sozinha.
Não vou ligar...
te amo por nós dois.
TALITA
Ah! Que olhos!
Espertos, misteriosos
Sedutores, magnéticos.
Sorriso de alegrias n'alma
De bem viver
Que acalma
Que reluz
Como raios de sol.
Ah! menina-mulher,
Tão forte
Vento norte
A modificar estruturas.
Qual o teu cheiro presente?
É relva molhada?
Será maresia?
Ou gota de orvalho?
Beleza felina
Tal gata no cio
Se enrola com graça
Na vida que surge
como se fosse
Uma grama macia...
Bem vinda ao futuro
Sem cercas
Atalhos
Abismos
Ou muros.
Somente a estrada
Dando passagem
A uma guerreira
Uma de meus amores eternos
Uma abençoada!
Espertos, misteriosos
Sedutores, magnéticos.
Sorriso de alegrias n'alma
De bem viver
Que acalma
Que reluz
Como raios de sol.
Ah! menina-mulher,
Tão forte
Vento norte
A modificar estruturas.
Qual o teu cheiro presente?
É relva molhada?
Será maresia?
Ou gota de orvalho?
Beleza felina
Tal gata no cio
Se enrola com graça
Na vida que surge
como se fosse
Uma grama macia...
Bem vinda ao futuro
Sem cercas
Atalhos
Abismos
Ou muros.
Somente a estrada
Dando passagem
A uma guerreira
Uma de meus amores eternos
Uma abençoada!
MEUS DOIS LADOS
Um lado é pura ternura
Amor incondicional
Paixão
Loucura
Multidão.
O outro é pura razão
Folha seca
Sol sem luz
Amor sem se dar
Solidão.
Um lado é pura emoção
Brisa serena
Relva molhada
Riacho perene
Noite estrelada
Um doce luar.
O outro é tempestade
ventania sem dó
Estrada deserta
Um furacão
Que me deixa tão só...
Amor incondicional
Paixão
Loucura
Multidão.
O outro é pura razão
Folha seca
Sol sem luz
Amor sem se dar
Solidão.
Um lado é pura emoção
Brisa serena
Relva molhada
Riacho perene
Noite estrelada
Um doce luar.
O outro é tempestade
ventania sem dó
Estrada deserta
Um furacão
Que me deixa tão só...
ALÉM DA MONTANHA
Por trás daquela montanha
existe um gigante
Existe um mistério.
Às vezes causa temor
Que nos torna tão pequeno.
Há Nele sabedoria
Desde o príncipio ao fim.
Veste o branco da paz celeste
o vermelho da guerra dos homens
o preto que a morte consome
um verde de toda esperança
um azul do infinito
um amarelo da vida que reluz.
Um arco-íris de cores.
Um arco-iris de amor.
É preciso subir a montanha
Olhar para o horizonte
E Ele encontrarás...
existe um gigante
Existe um mistério.
Às vezes causa temor
Que nos torna tão pequeno.
Há Nele sabedoria
Desde o príncipio ao fim.
Veste o branco da paz celeste
o vermelho da guerra dos homens
o preto que a morte consome
um verde de toda esperança
um azul do infinito
um amarelo da vida que reluz.
Um arco-íris de cores.
Um arco-iris de amor.
É preciso subir a montanha
Olhar para o horizonte
E Ele encontrarás...
OS SINOS DOBRAM
Por quê?
Por quem?
Será pela guerra
Que a morte chama
Que a vida encerra?
Será pela dor
Da perda de um amor
Que jamais voltará?
Será pela paz
Que tantos almejam
Que nunca se alcança
Mas é um desejo
Que é esperança...
Será por você
Que partiu sem eu ver
Que fugiu do prazer
De um louco amor
Que consome meu ser...?
Por quem?
Será pela guerra
Que a morte chama
Que a vida encerra?
Será pela dor
Da perda de um amor
Que jamais voltará?
Será pela paz
Que tantos almejam
Que nunca se alcança
Mas é um desejo
Que é esperança...
Será por você
Que partiu sem eu ver
Que fugiu do prazer
De um louco amor
Que consome meu ser...?
UM ANJO DE ASAS BRANCAS
Um moço que caminha calado
Sozinho, embriagado
Gritava grito calado
À procura de um ouvinte.
Por certo incomodava
Essa gente embrutecida
Em leis pré-estabelecidas
Sem paciência, sem dó.
Vaga em suprema alegria
Nas ruas, pelas cidades
As mãos trêmulas abençoava
Cantando sua solidão.
Tombado em seu silêncio
Sem nenhuma mão clemente
Nu, sem explicação
Na luz do infinito
Um querubim que dorme
perante ao Criador.
Sozinho, embriagado
Gritava grito calado
À procura de um ouvinte.
Por certo incomodava
Essa gente embrutecida
Em leis pré-estabelecidas
Sem paciência, sem dó.
Vaga em suprema alegria
Nas ruas, pelas cidades
As mãos trêmulas abençoava
Cantando sua solidão.
Tombado em seu silêncio
Sem nenhuma mão clemente
Nu, sem explicação
Na luz do infinito
Um querubim que dorme
perante ao Criador.
VELHO PEÃO
Ah! meu velho peão
De tantas estradas
De tantas jornadas
Rasgando as matas
Cortando as serras
Dormindo em florestas
Cruzando sertões
Da Pátria Amada.
Contando histórias
Preservando a memória
No seu coração
Catando as pedras
Abrindo tapetes
Que leva o progresso
Pra tantas gerações.
Edifica os tetos
Que protege os afetos
Abriga os sonhos
Das populações.
"Não se cansa nunca
Meu velho peão..."
De tantas estradas
De tantas jornadas
Rasgando as matas
Cortando as serras
Dormindo em florestas
Cruzando sertões
Da Pátria Amada.
Contando histórias
Preservando a memória
No seu coração
Catando as pedras
Abrindo tapetes
Que leva o progresso
Pra tantas gerações.
Edifica os tetos
Que protege os afetos
Abriga os sonhos
Das populações.
"Não se cansa nunca
Meu velho peão..."
sábado, 26 de junho de 2010
PARA O ESCRITOR E POETA JOCELINO FREITAS
"Se a gente cresce com os golpes duros da vida, também pode crescer com os toques suaves na alma...
Nada faz sentido nesta vida se não tocamos o coração de uma pessoa." (a.n.m.)
eterna gratidão poeta!
Nada faz sentido nesta vida se não tocamos o coração de uma pessoa." (a.n.m.)
eterna gratidão poeta!
sexta-feira, 25 de junho de 2010
ESPERA (para Manuela Rafaelly) (08/09/2009)
Deixai que choro este momento
de alegria plena
pelaa vida que se espera
a luz mostrar brevemente
Como será tua face,
os olhos de pequenina.
boca de sorriso inocente
mãozinhas para o carinho.
Que venha com o coração generoso
pra ser feliz e amar
pezinhos que sejam fortes
para estrada caminhar.
Tenha um futuro brilhante
de pequena aprendiz
repleto de bençãos e glórias
pois a todos já faz feliz.
Uma delícia...
que os céus nos enviou
com um destino de luz
esperada com amor!
de alegria plena
pelaa vida que se espera
a luz mostrar brevemente
Como será tua face,
os olhos de pequenina.
boca de sorriso inocente
mãozinhas para o carinho.
Que venha com o coração generoso
pra ser feliz e amar
pezinhos que sejam fortes
para estrada caminhar.
Tenha um futuro brilhante
de pequena aprendiz
repleto de bençãos e glórias
pois a todos já faz feliz.
Uma delícia...
que os céus nos enviou
com um destino de luz
esperada com amor!
UM INSTANTE
Na procura de um Deus maior
Sigo rumo às estrelas
Tantos escritos, tantas folhas de papel
Sigo nua de mim mesma.
Na procura não Te encontro
Sabes sempre onde me achar
Já tantas folhas amassadas
Espero para Te entregar.
Pés cansados
Mãos feridas
Um lápis a segurar
Dá vontade de desistir
Mas Teus anjos me amparam
Me instingam a seguir.
Às vezes morro e renasço
Nos Teus passos a seguir.
Sigo rumo às estrelas
Tantos escritos, tantas folhas de papel
Sigo nua de mim mesma.
Na procura não Te encontro
Sabes sempre onde me achar
Já tantas folhas amassadas
Espero para Te entregar.
Pés cansados
Mãos feridas
Um lápis a segurar
Dá vontade de desistir
Mas Teus anjos me amparam
Me instingam a seguir.
Às vezes morro e renasço
Nos Teus passos a seguir.
CRIANÇA: UMA ESPERANÇA (para Damiana)
Disse Jesus a mim:
Ampara essa filha minha
muito feliz ficarei
infância tem proteção Divina
Ame-a como uma filha
Nada há de lhe faltar
Até o fim de meus dias
a dinda vai lhe amar!
Cresça forte e fogueteira
estude pra se instruir.
Aprendas para o saber
seja humilde e generosa
siga sempre o coração
não se esqueça de louvar
o poder da Criação
Ampara essa filha minha
muito feliz ficarei
infância tem proteção Divina
Ame-a como uma filha
Nada há de lhe faltar
Até o fim de meus dias
a dinda vai lhe amar!
Cresça forte e fogueteira
estude pra se instruir.
Aprendas para o saber
seja humilde e generosa
siga sempre o coração
não se esqueça de louvar
o poder da Criação
QUIMERAS
Um sopro do vento
Um poço do tempo
Um sorriso iluminado
Um caminho esperado
Um sonho não sonhado
Um amor que se foi
em abraço apertado
Um Deus adorado
Uma mão estendida
Uma dor não curada
Uma saudade gostosa
Um gesto de amizade
Uma cor definida
Um cometa que passa
Um raio de sol
Uma palavra que salva...
Um poço do tempo
Um sorriso iluminado
Um caminho esperado
Um sonho não sonhado
Um amor que se foi
em abraço apertado
Um Deus adorado
Uma mão estendida
Uma dor não curada
Uma saudade gostosa
Um gesto de amizade
Uma cor definida
Um cometa que passa
Um raio de sol
Uma palavra que salva...
NEGRO AMOR
Estes teus cabelos negros
tão negros quanto teus olhos
que nunca perde a calma
que afronta minha ilusão.
Tal qual um negro pesadelo
entrego-te meus sonhos
tão lindos, tão coloridos
escarneces de minha alma
enegrece o arco-íris
queimas em escura cinzas
o ardor do meu amor.
Sem paz, sem calam, sem nada
peregrino em estranha estrada
e no céu cinzento um olhar
miro esse negro amor.
tão negros quanto teus olhos
que nunca perde a calma
que afronta minha ilusão.
Tal qual um negro pesadelo
entrego-te meus sonhos
tão lindos, tão coloridos
escarneces de minha alma
enegrece o arco-íris
queimas em escura cinzas
o ardor do meu amor.
Sem paz, sem calam, sem nada
peregrino em estranha estrada
e no céu cinzento um olhar
miro esse negro amor.
ORVALHO
Nessa gota de orvalho
um raio de esperança
uma ternura de Deus.
Um mimo da natureza
um mistério tão singelo
uma alegria sem fim
ou será uma tristeza
um choro de tanta beleza
um clamor que não tem fim.
Uma gotinha apenas
significa tanto para mim
Uma ternura se faz
uma doce recordação
da grandeza da Criação.
um raio de esperança
uma ternura de Deus.
Um mimo da natureza
um mistério tão singelo
uma alegria sem fim
ou será uma tristeza
um choro de tanta beleza
um clamor que não tem fim.
Uma gotinha apenas
significa tanto para mim
Uma ternura se faz
uma doce recordação
da grandeza da Criação.
PRIMAVERA
Já é primavera...
Caiu a chuva das flores
Gotas quentes
Que ilustra tantos amores.
A perfeita sinfonia
Pássaros procriando
Garantindo a espécie
Que canta para esperança.
Tanta gente enamorada
Passeando sorridente
Alegria
De mãos dadas.
Há música por todo lado
Coração acelera
Inquieto
Esperando por você...
Caiu a chuva das flores
Gotas quentes
Que ilustra tantos amores.
A perfeita sinfonia
Pássaros procriando
Garantindo a espécie
Que canta para esperança.
Tanta gente enamorada
Passeando sorridente
Alegria
De mãos dadas.
Há música por todo lado
Coração acelera
Inquieto
Esperando por você...
terça-feira, 22 de junho de 2010
NÃO QUERO MAIS...
Esse sonho ultrapassado
No tempo que Blue diz não existir
Não quero esse amor velho
Que já nada me faz sentir
Não vou me vestir fora de moda
Que nunca existiu pra mim
Nessa música encomendada
Não encontro o que ouvir
Sim meu paraiso existe
Está dentro de mim
Se meu pulso ainda pulsa
É porque há sangue em minhas veias
À espera de aspergir!
Esse sonho ultrapassado
No tempo que Blue diz não existir
Não quero esse amor velho
Que já nada me faz sentir
Não vou me vestir fora de moda
Que nunca existiu pra mim
Nessa música encomendada
Não encontro o que ouvir
Sim meu paraiso existe
Está dentro de mim
Se meu pulso ainda pulsa
É porque há sangue em minhas veias
À espera de aspergir!
VOLUNTÁRIOS
Mãos que se doam
que se estendem
que servem
Com amor
perenes
nunca se cansam
que amparam sem distinção
Mãos que imploram
que oram
a favor do irmão
Mãos que recolhem
que sorriem
que choram
em compaixão
Que se realizam
com a alegria
na vitória
do penitente
Mãos do sim
ao ouvir
o clemente
em busca de solução
Mãos que consolam
os desesperançados
que são lume
na escuridão
Mãos que se revesam
vencem o tempo
se eternizam
no espelho
Do Criador!
Mãos que se doam
que se estendem
que servem
Com amor
perenes
nunca se cansam
que amparam sem distinção
Mãos que imploram
que oram
a favor do irmão
Mãos que recolhem
que sorriem
que choram
em compaixão
Que se realizam
com a alegria
na vitória
do penitente
Mãos do sim
ao ouvir
o clemente
em busca de solução
Mãos que consolam
os desesperançados
que são lume
na escuridão
Mãos que se revesam
vencem o tempo
se eternizam
no espelho
Do Criador!
