(de Genoveva Tavares para Lúcia Helena)
Eu te admiro intensamente!
Com ternura e com ardor,
Como a inocência da criança
E como o perfume da flor...
Afirmo que teu abraço
É verdadeiro e fraternal
Na paz da grande amizade!...
Tão sincera e tão igual
E nesse encontro tardio
O valor maior que existe
É que entre nós há carinho
E que essa amizade é real.
São José do Rio Preto, 22 de Julho de 2012
sexta-feira, 27 de julho de 2012
SINCERA AMIZADE
(para poetisa Genoveva Tavares)
Estar contigo é colher flores orvalhadas...
Um prazer tão grande que se torna indescritível...
É partilhar meus momentos,
de planos
de sonhos
de presente
de futuro.
É fazer de cada momento juntas
Uma viagem ao passado
Na certeza que estaremos amparadas
No presente,
É fazer de cada minuto
Um momento especial.
Sim, tu me conheces...
Pra ti não há segredos
Minha alma se desnuda
E, transborda em alegria!...
E quando chega a hora de nos separarmos,
Um fio tênue de tristeza me invade a alma...
Contigo não preciso de máscaras,
Tudo é verdade.
Por isso celebro agora
Nossa amizade
São Paulo, 20 de Julho de 2012
Estar contigo é colher flores orvalhadas...
Um prazer tão grande que se torna indescritível...
É partilhar meus momentos,
de planos
de sonhos
de presente
de futuro.
É fazer de cada momento juntas
Uma viagem ao passado
Na certeza que estaremos amparadas
No presente,
É fazer de cada minuto
Um momento especial.
Sim, tu me conheces...
Pra ti não há segredos
Minha alma se desnuda
E, transborda em alegria!...
E quando chega a hora de nos separarmos,
Um fio tênue de tristeza me invade a alma...
Contigo não preciso de máscaras,
Tudo é verdade.
Por isso celebro agora
Nossa amizade
São Paulo, 20 de Julho de 2012
CELEBRAÇÃO
(para Enzo Miguel Siena Passos)
Vida que chega sem avisar!
Vida nova!
É a mesma vida que aqui está...
É a mesma vida que não quer calar.
A cada raiar do sol
Estamos a celebrar...
Vida em plenitude,
Com asas pra sonhar
Vida que se faz festa
E chega pra abençoar!
Vida que depende de outras vidas,
Está sempre a encantar...
Desperta em nós o carinho,
E a vontade de amar...
São Paulo, 11 de Julho de 2012
Vida que chega sem avisar!
Vida nova!
É a mesma vida que aqui está...
É a mesma vida que não quer calar.
A cada raiar do sol
Estamos a celebrar...
Vida em plenitude,
Com asas pra sonhar
Vida que se faz festa
E chega pra abençoar!
Vida que depende de outras vidas,
Está sempre a encantar...
Desperta em nós o carinho,
E a vontade de amar...
São Paulo, 11 de Julho de 2012
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
DO OUTRO LADO
Do outro lado da tela
Vejo a vida pulsar
Minhas crianças ficarem jovens
meus jovens a procriar
Observo a juventude
Que não posso mais me dar
São tantas as orações
Para a fé multiplicar
Lugares que são maravilhas
Que jamais irei pisar
São tantos os amigos
Que nunca irei abraçar
Me consolo nas poesias
Me informo na ciência
Me aqueço nos scrapts
pois só não pretendo ficar
Sentada por oras a fio
Olhando naquela tela
Ponho a mente a sonhar!
Vejo a vida pulsar
Minhas crianças ficarem jovens
meus jovens a procriar
Observo a juventude
Que não posso mais me dar
São tantas as orações
Para a fé multiplicar
Lugares que são maravilhas
Que jamais irei pisar
São tantos os amigos
Que nunca irei abraçar
Me consolo nas poesias
Me informo na ciência
Me aqueço nos scrapts
pois só não pretendo ficar
Sentada por oras a fio
Olhando naquela tela
Ponho a mente a sonhar!
FEITO PARDALZINHO
Tal qual um pardalzinho
Vou vivendo meu caminho
Nas calçadas aquecidas
Salto queimando os pezinhos
Voos rasos, importantes
Entre arbustos,
Entre árvores gigantes
Não fico em ninho nenhum
Nasci pra vida migrante
Nas mesas,
Nos parques,
Nos chãos,
Encontro minhas migalhas
Nas sargetas, nas calçadas
Estão os meus goles d'água
Tão cinza é minha cor
Como o marrom das queimadas
Não canto doce melodia
Só chilreio o grito dos que sobrevivem
No grande jardim das cidades
"Celebrando o bem maior
Que é minha liberdade!"
Vou vivendo meu caminho
Nas calçadas aquecidas
Salto queimando os pezinhos
Voos rasos, importantes
Entre arbustos,
Entre árvores gigantes
Não fico em ninho nenhum
Nasci pra vida migrante
Nas mesas,
Nos parques,
Nos chãos,
Encontro minhas migalhas
Nas sargetas, nas calçadas
Estão os meus goles d'água
Tão cinza é minha cor
Como o marrom das queimadas
Não canto doce melodia
Só chilreio o grito dos que sobrevivem
No grande jardim das cidades
"Celebrando o bem maior
Que é minha liberdade!"
VIDA
Ah! eu vou me dourar nesse sol
Andar ao acaso na cidade
Molhar meus pés no verde mar
Ver a juventude em plenitude
Sorrir e recordar...
Vou tagarelar com Sabrina
Feito duas marocas
Sorrindo!
Fazendo fofocas
Arrancar de Gabriel um olhar inocente
E um sorriso inesquecível
Contar história engraçada
Arrancar de mim mesma gargalhada
Vou bordar para futuro incerto
Fazer arte
Pintar o sete
Vou olhar para o céu
E me pratear na lua cheia
E contar tantas estrelas
Fazer pedido em segrêdo
Dizer a Deus:
Te amo, sou seu brinquedo
Andar ao acaso na cidade
Molhar meus pés no verde mar
Ver a juventude em plenitude
Sorrir e recordar...
Vou tagarelar com Sabrina
Feito duas marocas
Sorrindo!
Fazendo fofocas
Arrancar de Gabriel um olhar inocente
E um sorriso inesquecível
Contar história engraçada
Arrancar de mim mesma gargalhada
Vou bordar para futuro incerto
Fazer arte
Pintar o sete
Vou olhar para o céu
E me pratear na lua cheia
E contar tantas estrelas
Fazer pedido em segrêdo
Dizer a Deus:
Te amo, sou seu brinquedo
FEITO PARDALZINHO
Tal qual um pardalzinho
Vou vivendo meu caminho
Nas calçadas aquecidas
Salto queimando os pezinhos
Voos rasos, importantes
Entre arbustos,
Entre árvores gigantes
Não fico em ninho nenhum
Nasci pra vida migrante
Nas mesas,
Nos parques
Nos chãos
Encontro minhas migalhas
Nas sargetas, nas calçadas
Estão os meus gole d'água
Tão cinza é minha cor
Como o marrom das queimadas
Não canto doce melodia
Só chilreio o grito dos que sobrevivem
No grande jardim das cidades
"Celebrando o bem maior
Que é minha liberdade!"
Vou vivendo meu caminho
Nas calçadas aquecidas
Salto queimando os pezinhos
Voos rasos, importantes
Entre arbustos,
Entre árvores gigantes
Não fico em ninho nenhum
Nasci pra vida migrante
Nas mesas,
Nos parques
Nos chãos
Encontro minhas migalhas
Nas sargetas, nas calçadas
Estão os meus gole d'água
Tão cinza é minha cor
Como o marrom das queimadas
Não canto doce melodia
Só chilreio o grito dos que sobrevivem
No grande jardim das cidades
"Celebrando o bem maior
Que é minha liberdade!"
